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segunda-feira, 27 de abril de 2015

WODEN MADRUGA

O veterano dos jornalistas da Tribuna do Norte, ainda em atividade Woden Madruga, natalense, nascido em 1939, filho de HELENA MEIRELES MADRUGA (falecida em 27 de abril de 2015, aos 99 anos de idade, guardas boas e nitidas  lembranças dos seus primeiros anos na imprensa construída por ALUÍZIO ALVES. No primeiro momento duas chamararam a atenção da Princesa Isabel, 599, na Cidade Alta, que nunca chegou a ser concretizada.
     Em fevereiro de 1956, quando ingressou na TN foi a convite do próprio José Gobat Alves. Aos 17 anos de idade Woden já tinha a experiência de um repórter tarimbado na apuração de noticias. Havia trabalhado no Diário de Natal ao lado de Luiz Mareia Alves e Xavier Pinheiro. Com Alves – mais tarde, superintendente do veículo dos Associados em Natal – fz a cobertura jornalistica do assassinado do ex-prefeito de Patu, Luro maia, CRIME famoso na crônica policial natalense dos anos 50. Vim para ser repórter. Mas, dois meses depois, dividia a reportagem com uma coluna diária, A “REVISTA DA CIDADE”, que era publicada na segunda página. Notas sociais, uma pitada sobre acontecimentos culturais, o ameno cotidiano natalense, lembra Woden

     Mas essa primeira experiência na TN foi de pouca duração. No ano seguinte Woden voltou ao Diário, passando também pelo Jornal de Natal, veículo de propriedade de Djalma Maranhão. O retorno definitico à TN se deu em 1964, destea vez para integrar a esquipe que estava sendo montada pelo editor WALTER GOMES. Woden já estava formado em Direito e o foco do seu interesse jornalistico, mas apurado, incluia uma grande variedade de assuntos da política aos costumes locais, da cultura aos problemas urbanos da cidade

sábado, 25 de abril de 2015

EVERALDO LOPES

É formado em administração e foi servidor público do INSS, além de secretário do ABC futebol clube. Apaixonado pelo jornalismo, iniciou sua carreira como entrevistador na antiga Rádio Poti, mas nunca deixou de lado sua paixão, o esporte: “Às vezes fazia instantâneos esportivos, nada de improviso. Minha paixão por esporte veio primeiro que por jornal.” Foi colunista do Diário de Natal com a coluna “CARTÃO AMARELO”, que era composta apenas por charges,  assinou por vários anos  a coluna “APITO FINAL” no jornal Tribuna do Norte, ambas sobre esporte, mas claro, enfatizando o futebol.
Um dos seus maiores feitos foi a criação do campeonato conhecido como “Matutão”, no início do ano 1972, patrocinado pelo Diário de Natal. O campeonato revolucionou o interior do Rio Grande do Norte, chegando a contar com cerca de 80 clubes suburbanos, e lançou ainda grandes nomes como, por exemplo, o jogador Souza. Após vinte anos o campeonato chegou ao fim por não apresentar mais características amadoras. “Havia muito interesse político no campeonato e os jogadores começaram a exigir pagamento, ai já não era mais amador”, disse Everaldo.
Como escritor já tem dois títulos publicados, ambos sobre futebol. O livro “Da bola de pito ao apito final” que parece mais uma biografia do futebol potiguar, e “Cartão Amarelo” que é a junção de todas as charges publicadas na sua época de Diário no decorrer de trinta anos. 

FONTE - INTERNET

OS PROFISSIONAIS

MARCAS NA HISTÓRIA DO JORNALISMO LOCAL
UM CAPITAL A SER PRESERVADO

Conceito desenvolvido pelos executivos do mundo corporativo contemporâneo, o capital humano resume o que uma  empresa tem de mais valioso: Na TRIBUNA DO NORTE o zelo com o seu pessoal é uma prática rotineira, nascida há 65 anos quando o então jovem deputado e empresário ALUÍZIO ALVES foi a luta para recrutar mão de obra para o jornal que planejava. Já no seu início,a  TN conseguiu atrair e conquistar os maiores nomes da intelectualidade potiguar, se diferenciando pelo conteúdo editorial

sexta-feira, 24 de abril de 2015

UMA REDAÇÃO DE VANGUARDA

UBIRAJARA MACEDO,ANAMARIA CONCENTINO, NEWTON NAVARRO, ZILA MAMEDE, DALLOR VARELA E ANDERSON NEGREIROS

JOSÉ SANDERSON FERNANDES DE NEGREIROS

José Sanderson Deodato Fernandes de Negreiros, natural de Ceará-Mirím/RN, nascido em 03/07/1939. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da UFRN (15/08/1949). Jornalista, auditor do Tribunal de Contas do RN, adjunto de Promotor, professor de “Cultura Brasileira”. Foi Secretário de Estado para Assuntos Extraordinários, no Governo de Tarcí­sio de Vasconcelos Maia (26/08/1916-10/04/1998). Exerceu, por quase três anos, a Presidência da “Fundação José Augusto” (fundada em 08/04/1963). É casado com a Drª. Ângela Negreiros, Juíza de Direito, com um filho de nome: Rodrigo Negreiros.
De uma inteligência rara, Sanderson é um intelectual, poeta e escritor de grande conceito. Com 15 anos de idade escreveu um livro de poesia “O Ritmo da Busca”, editado em 1956, na cidade de Natal. Possui uma biblioteca com mais de 15 mil volumes.

DALLOR VARELA

Escreveu seus primeiros versos aos 16 anos, influenciado pelo romantismo de Castro Alves e João Cabral de Melo Neto, e aos 22 participou ativamente do movimento que desconstruiu a palavra no verso juntamente com Moacy Cirne, Falves Silva, Anchieta Fernandes e Nei Leandro de Castro. Jornalista e cronista, começou a publicar seus pensamentos aqui mesmo nesta TRIBUNA DO NORTE ainda na década de sessenta, onde ajudou a criar um suplemento literário que estamparia poemas concretos e experiências visuais.
Autor de 14 livros, Dailor mudou-se para São Paulo nos anos setenta, onde trabalhou na revista Veja e no jornal Folha de São Paulo, e na década de 1990 escolheu a interiorana Monteiro Lobato como sua moradia. Seu trabalho está entre os “Cem maiores poetas brasileiros do século”, antologia organizada em 2001 pelo escritor e jornalista José Nêumanne Pinto, ao lado de nomes como Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Cecília Meirelles, Manuel Bandeira, Mário Quintana e Augusto dos Anjos.

“Foi uma das figuras da vanguarda natalense. Além de bom poeta era um grande cronista”, lembrou o jornalista Woden Madruga. “Era certamente um dos poetas mais talentosos de sua geração”, complementa Tarcísio Gurgel. Como toda unanimidade é burra, Jarbas Martins arremata: “Faltava fluência em seu lirismo, mas seus insights eram fenomenais. Eu implicava com isso, tínhamos diferenças ideológicas, peguei no pé dele... coisas da juventude. Depois de maduros é que reforçamos a amizade, ele não guardava rancor de ninguém, era muito querido.”

Faleceu em Natal-RN, em 15 abril de 2012, aos 67 anos de idade
fonte - internet

SILA MAMEDE

Natural de Palmeira, na Paraíba, nascida em 15 de setembro de 1928 , mas está mais ligada às letras e à cultura do Rio Grande do Norte, onde viveu a maior parte de sua vida e onde o mar a levou para sempre. O poema Elegia, incluído na presente seleção, é como um prenúncio de seu destino.  Formada em biblioteconomia, tendo exercido cargos de importância no Instituto Nacional do Livro (em Brasília) e como diretora da Biblioteca Central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
SEUS PRINCIPAIS LIVROS
 Rosa de Pedra (1953), Salinas (1958), O Arado (1959), Exercício da Palavra (1975), A Herança (1984) e Navegos (Poesia reunida 1953-1978).  Poeta sutil, elegante, de um lirismo contido e introvertido, de solidão e paixão mas também, não raras vezes, com um fundo social relativo às temáticas do sertão nordestino. Drummond tinha-a entre suas predileções.

Faleceu em Natal, no dia 13 de dezembro de 1985

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É PRECISO SABER USAR DA LIBERDADE. COM ELA CENSURAMOS OU APLAUDIMOS O QUE DEVE SER CENSURADO E O QUE DEVE SER APLAUDIDO. MAS NÃO PODEMOS ABUSAR DESSE PRIVILÉGIO PARA ASSUMIR ATITUDE QUE NÃO CONDIZEM COM A CIVILIDADE OU COM A DECÊNCIA. VERIFICAMOS QUE A IMENSA MAIORIA DOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO PERTENCEM A GRUPOS POLÍTICOS, DAÍ AS "INFORMAÇÕES" NA MAIORIA, NÃO POLÍTICAS E SIM, POLITIQUEIRAS, OU SEJA, UM GRUPO QUERENDO DERROTAR O OUTRO. É UMA VERGONHA! QUEM ESTÁ NA SITUAÇÃO, O POLÍTICO PODE SER O PIOR DO MUNDO, MAS PARA EMPREGADO ELE É O DEUS DA TERRA; NO LADO DA OPOSIÇÃO, O RADIALISTA OU JORNALISTA PASSA PARA A POPULAÇÃO QUE O GOVERNO NÃO FAZ NADA, PORÉM, NO INSTANTE QUE O PODER EXECUTIVO PASSA A INVESTIR NO TAL MEIO DE COMUNICAÇÃO, ATRAVÉS DE PROPOGANDA OU DAR UM CARGO COMISSIONADO AO DONO, AÍ, LOGO JORNAL, A EMISSORA E A TELEVISÃO MUDA O DISCURSO. DAÍ, COMO FICA O COMUNICADOR QUE ANTES FALAVA MAL DE TAL POLÍTICO, TER QUE PASSAR A ELOGIÁ-LO!!!

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